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Aviação Portuguesa - Blogue

A todos os mecânicos de avião do mundo... Ao meu curso: Novembro de 1953

Aviação Portuguesa - Blogue

A todos os mecânicos de avião do mundo... Ao meu curso: Novembro de 1953

EU ESTAVA LÁ

Capacetes? Nunca foram usados. Apenas no primeiro Alouette II, em 1957, na Base Aérea 6, logo posto de parte por muito incómodo. Aqui terá sido para a fotografia. Na Esquadra 94, no meu tempo, até ao fim da minha primeira comissão, e depois, pelo menos até 1970, nunca ninguém usou capacete nos helicópteros.

Era brutalmente incómodo, ninguém queria usar aquilo.

Do meu tempo, talvez um ou dois anos antes, reconheço daqui o Teixeira, atrás do narrador, o Rego de Sousa, à direita daquele, e o Manuel Catalão, a seguir.

Isto terá sido em 1966, ou depois. O capitão Alves Pereira, que tinha assumido o comando da Esquadra 94 em 64, pelos vistos já não era ele o comandante. 

Aniceto Carvalho

CURIOSIDADES ANTIGAS

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CURIOSIDADES ANTIGAS
Este avião fez a sua demonstração em público no Aeroporto de Lisboa em 1958.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fouga_Magister

Eu estive lá, acho que com o Assunção. A mostrar as habilidades do Alouette II, também este aparelho um produto da indústria aeronáutica francesa.

A estrela da companhia era o Pierre Clostermann antigo piloto da RAF, (O bem conhecido piloto da RAF sem pernas), que tinha escrito uns livros sobre a RAF na Segunda Guerra mUNDIAL bastante lidos na altura.

Saiba quem foi  Pierre Clostermann

Aniceto Carvalho

A CRISTA E O PENACHO

A CRISTA E O PENACHO

Para quem sabe um pouco destas coisas, gosta de saber ou se interessa:

Recomendo na RTP 2 - 27/01/2019 - "Vamos à descoberta" - segunda parte.

Constatei que em 40 anos retirado da aviação militar e comercial o que mais tem mudado e  evoluído tem sido a crista, o penacho e a conversa fiada.

Aniceto Carvalho

EU NÃO SOU DE CÁ

O grande DC-6 dos Transportes Aéreos Militares da Força Aérea Portuguesa.

Catorze anos de ponte aérea a transportar militares e famílias de militares a milhares de quilómetros e horas sobre o Atlântico, noite e dia, sem um acidente. 


Não sou de cá, acho que fui encontrado atrás de uma moita entre Vale do Forno e a Boiça. “Não sou de cá” é a melhor razão que me explica porque eu não sou capaz de compreender muito do que se passa cá na terra:
Eu não consigo perceber que, de extraordinários feitos num passado ainda não muito distante, hoje, cinquenta anos depois, com incalculáveis mais meios, técnicos e humanos, nada funcione, tudo emperre, nada mais reste que greves, manifestações e incompetência para tirar uma simples pedra do caminho. Eu não sou de cá.
Num país onde nos meados do Século XX o inicio das aulas, os exames e a afixação dos respectivos resultados eram exactamente na mesma hora e no mesmo dia em todo o mundo português de então, só muito difícil e longinquamente alguém conseguirá imaginar o que seriam e como funcionariam hoje os Transportes Aéreos Militares numa situação semelhante à dos catorze anos da Guerra do Ultramar.
Aniceto Carvalho

Esquadra 94 - Luanda

 

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Não me recordo disto.  Mas nesta altura eu estava de certeza na Esquadra 94. Se o comandante da esquadra, o capitão Queiroz, ao tempo o meu chefe de sete anos de helicópteros desde 1957, ainda lá estava, eu não devia andar por muito longe. Isto terá sido em meados de 1964. Eu acabei a comissão em Novembro, o capitão Queiroz três meses antes. Devia estar de férias, por certo na manutenção. Reconheço o Varedas, o segundo da esquerda, que morreu num acidente no ano seguinte, e o capitãp Queiroz do lado direito do Presidente da República.    

 Aniceto Carvalho

Velhos contos

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Em Angola, Negage, 1965, no Aeródromo Base 3. Em plena Guerra do Ultramar, no centro da zona de conflito. Só aviões do mesmo tipo numa unidade de segunda categoria.  

Aniceto Carvalho

Aeródromo Base 3

Clic e veja: - Aeródromo Base Nº. 3

Inauguraça~de uma unidade da Força Aérea Portuguesa em 1962.

Em Angola, Negage, no coração da zona de conflito, na sua maior intensidade.

Vejam: Uma unidade de categoria inferior a Base Aérea: O Aeródromo Base Nº 3.

Vejam, tirem ilacçõe... Mas não comparem o que não é comparável. 

Aniceto Carvalho

O Retrato de uma època

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O RETRATO DE UMA ÉPOCA

Como se pode ver, esta parelha de aviões não é portuguesa.

De qualquer maneira, é o retrato de uma época, em meados dos anos 50 do Século XX, quando a Força Aérea Portuguesa tinha mais aviões só deste tipo do que tem hoje de todas as marcas. 

Aniceto Carvalho

Nacala 1968

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Nacala, Moçambique, 1968. O meu filho com um soldado da Polícia Aérea

Uma esquadrilha de Canberras, julgo rodezianos, de visita ao Aeródromo Base 5

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Nacala, Moçambique, 1968, da esquerda para a direita: O Lourenço, o Espinheira, o Coelho,

(no alto, a trabalhar), o Domingos, eu, o Aniceto, e o Rodrigues. 

Alguns elementos  da melhor equipa de trabalho que encontrei em toda a vida.

Aniceto Carvalho

Cozinhas de Nacala

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"Uma imagem vale por mil palavras"... Não é o que se diz por aí?

Pois vejam. Alguém faz alguma ideia do que isto seja? Pois não... mas eu vou explicar:

Isto é a cozinha do Aeródromo Base 5 em Nacala, Moçambique, em princípios de 1967, quando lá cheguei. Os "luxuosos alojamentos" de sargentos eram um barracão de 200 metros quadrados de camas ao lado umas das outras, e... mais nada. Higiene, banho, etc. era na rua...

E o então chamado banho macua, era com um balde de água pela cabeça abaixo.

A água até então encontrada na unidade era tão salobra que nem para o banho dava... A potável era transportadas em tambores de uma nascente na Praia dos Tesos.

Mulheres na tropa, não é?... Eu querie ver... 

E mais umas coisitas...  quando calhar,

Aniceto Carvalho 

46 anos depois

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Em 2014.  Gente do Alouette III, Nacala, Moçambique, de 1968, 46 anos depois.

Em frente, um dos pilotos da esquadra, o alferes Pinto. Os restantes aqui presentes, são alguns dos então jovens de vinte e poucos anos que na altura tinham de me aturar. 

GENTE DO MELHOR QUE ENCONTREI NA VIDA. 

Aniceto Carvalho

Preito a um aviador

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Rui Jofre Soares Dias Ferreira

Piloto Aviador da Força Aérea

(Preito de Elsa Dias Ferreira à  memória do seu pai).

Nasceu, a 21 de Junho de 1942, em São Lourenço, Portalegre, onde passou a infância. Aos 18 anos ingressou na Força Aérea Portuguesa onde completou o curso elementar de pilotagem, em Aveiro, passou por Sintra e foi colocado na BA3, de Tancos, em Maio de 1962.

Em 1964, foi destacado para Angola, com a patente de Furriel.

Em Luanda, na Base Aérea 9 pilotou uns aviões bombardeiros bimotores que, afirmava, "tossiam por todos os lados", os PV-2. Também lá tirou o curso de helicópteros e foi um dos pioneiros do Curso de Pára-quedismo Civil, o primeiro curso em território português, em 1965, chegando mesmo a ser o vencedor do 1º. Torneio de Pára-quedismo desportivo em Angola.

Durante a guerra, era dos pouco que arriscava voar à noite para evacuar os feridos na mata, o que o fez salvar algumas vidas. Uma vez, vários anos após a guerra, enquanto passeava nas ruas de Lisboa, um homem aproximou-se dele e abraçou-o, mas ao perceber o desconforto o homem disse: então não se lembra de mim? Você salvou-me a vida em Angola.

De volta a Tancos, em 1967 leu num panfleto que a banda filarmónica de Portalegre ia actuar numa festa nas Limeiras e decidiu ir lá matar saudades. Nesse dia em que actuava também a acordeonista de Constância Tina Pereira e ali se conheceram.

Casaram, na Igreja Matriz de Constância, a 27 de Julho de 1968.

Regressou a Angola mas, em 1970, estava em Portugal para o nascimento da primeira filha, Elsa Dias Ferreira. Tendo regressado a Angola, com a família, de seguida.

Em 1974, foi promovido a oficial. Devido a vários actos de coragem  foi condecorado com a Cruz de Guerra de 1ª.  Classe pelo General Spí­nola.

Nesse mesmo ano, deu-se a revolução do 25 de Abril.

No dia em que fazia 32 anos, nasceu, em Tomar, a segunda filha, Sara Dias Ferreira.
Em 1975, fundou o Clube Estrela Verde de Constância, sendo seu dirigente durante 10 anos.

E foi um dos fundadores do esquadrão acrobático de helicópteros, Alouette 3, "Rotores de Portugal". Começaram com apenas dois helicópteros, Al3, e em 93/94 passam a ter três.

Em 1983, na época de verão, ano em que combatia incêndios na Sertã, salvou diversos bombeiros, incluindo o comandante, ao resgatá-los, com o helicóptero do meio das chamas.

Por esse feito recebeu uma alta condecoração, a Medalha de Ouro por Serviços Distintos, pela Liga dos Bombeiros Portugueses.

Em 1984, ao fim de 26 anos de serviço em que desempenhou funções como Comandante de Esquadra, Oficial de Operações de Esquadra e Oficial de Operaações de Grupo Operacional, entrou na reserva territorial, mas continuou a pilotar helicópteros no combate a incêndios. Emigrou depois para Angola onde desempenhou funções como Piloto Chefe na Diamang, Director de Instrução da Forçaa Aérea Angolana, Director de Operações de Voo na Acro-norte.

Nos anos 90 integrou um livro da Câmara Municipal de Constância de poetas populares.

Em 1993 entrou na Universidade Internacional de Abrantes para tirar o curso de gestão. Faleceu a 21 Abril de 1999, com 56 anos, num acidente de aviaação em S. João da Madeira.

Está enterrado no cemitério de Portalegre, terra que o viu nascer.

(Elsa Jofre Ferreira) 

RECONHECIMENTO

Marcello Caetano

DEPOIMENTO

CAPITULO VI - AS FORÇAS ARMADAS

Depois de dez páginas sobre o Exército e Marinha (altos comandos).

"Quanto à Força Aérea, o seu papel nas operações anti-subversivas foi da maior relevância:

Transportando tropas, abastecendo guarnições, procedendo a reconhecimentos, evacuando feridos, apoiando acções em terra, bombardeando posições fortificadas do inimigo.

Com aviões velhos e cansados que só milagres de manutenção conseguiam sustentar no ar sem acidentes de maior e com uma frota razoável de helicópteros, a Força Aérea Portuguesa obrou prodígios, deu segurança e moral às tropas terrestres e manteve em respeito o inimigo.

Os seus excelentes oficiais não mostraram por regra sinais de desfalecimento no cumprimento dos seus deveres, embora tivessem também razões para estar fatigados... E quando, na Guiné surgiram inesperadamente nas mãos  do inimigo os mí­sseis terra-ar que em dias nos derrubaram cinco aviões, foi admirável a forma como, sob o impulso de um comandante valoroso, a Força Aérea reagiu, não abandonando o céu nem faltando aos camaradas de terra com o apoio precioso, e graças a uma apida adaptação à  situação  mediante a adopção da ráctica adequada.

E mais umas coisitas para dizer a seu tempo... Por quem viveu tudo isto de perto.

iremos, quando e se houver tempo e disposição para continuar.

Aniceto Carvalho

Combatentes de avenida

COMBATENTES DE AVENIDA

Eu nunca quis lutar de armas na mão por nada nem por ninguém... Quando foi preciso. no entanto, peguei na trouxa e fui para a guerra pelo meu país... Não fiquei por aí de boina à Guevara e braço no ar a barafustar palavras de ordem avenida abaixo avenida acima, a querer exibir valentias que não tinha, a viver em casa dos pais, à  conta do trabalho e sacrifí­cio dos outros.

Aniceto Carvalho

Spitfire MK-XVI

Este menino, do meu tempo, merece-me uma palavrinha.

Além de ter sido um dos melhores aviões da Segunda Grande Guerra, o heroi da Batalha de Inglaterra, foi um avião extraordinariamente bem conceguido, o melhor de todos no seu tempo.  A então Aeronáutica Militar, depois Força Aérea Portuguesa teve 112 destes aparelhos  

Quem nunca fez não sabe fazer

Rosas e espinhos - marcas do tempo

À direita é o "Cadillac do Céu", o Mustang - P-51, o melhor avião de caça clássico de sempre. A Aviação Portuguesa nunca teve este avião. 

Mustantang - P-51 (O Cadillac do Céu)

 

Era sempre a mesma coisa: Motores enormes, potentíssimos, cilindradas descomunais, (o motor do Spitfire tem 12 cilindros, o do Helldiver 14 e o do Thunderbolt 18), era um gemer de engrenagens uma bateria a pedir piedade para fazer rodar um brinquedo daqueles.

A injecção de gasolina para o arranque era a olho, três ou quatro bombadas, alguns davam-lhe cinco e seis e encharcavam logo os motores, depois eram rolos de fumo a lamber a cabine com um parolo lá dentro sem saber de devia fugir ou aguentar a pá firme até o motor arrancar.

O truque.

Acelerador a fundo, em vez dos dois centímetros recomendados; mistura fechada com a manete toda atrás, e não o habitual centímetro à frente; três bombadas mal medidas, accionava o motor de arranque.

O hélice nem chegava a uma volta. Com o motor quase totalmente seco, com os cilindros cheios de vapor de gasolina e nada mais, com as goelas do acelerador todas abertas, o Wright Cyclone não fazia cerimónia: Explodia no máximo de rotações, parava a seguir sem pingo de combustível… Com o hélice a rodar a toda a velocidade já eu lhe tinha aberto a mistura, reduzido o acelerador, já o motor ronronava como um gatinho.

Até regressarem a Aveiro nos finais de 1956 nunca mais nenhum Helldiver deixou de arrancar logo à primeira nas minhas mãos.

Quem nunca fez não sabe fazer.. o resto é música 

Aniceto Carvalho

(Continua)

A toca do Fernando

A Toca do Fernando
(Tributo a um antigo camarada de armas)
Se não conhecem, nunca ouviram, nem fazem ideia de onde eu descobri esta obra prima, saibam que é o “Hernando’s hideaway”, (A toca do Fernando), um engraçado tango dos meados dos anos 50 do Século XX. Não é uma obra musical por aí além, como se pode ver...
Aqui, contudo, (como nós a ouvíamos no original), é um tributo ao Fernando Pereira, piloto da minha incorporação, e às horas seguidas que passámos os dois em frente do rádio do Clube de Especialistas da Base Aérea 6 para ouvir este tango que ele adorava.
Por ter o nome dele, claro está... eu, porque éramos amigos.
Do seu curso a passar pela Base Aérea 6 nos primeiros tempos como piloto, o Fernando foi dos poucos a ficar na unidade do Montijo.
Seguimos o nosso caminho, só nos voltámos a encontrar em 1981.
Da minha idade, pouco mais, o Fernando estava um bocado envelhecido, até bastante curvado, ainda antes dos cinquenta, penso que pela espondilose.

Mas era o mesmo: Do mais puro que encontrei na vida.
Entretanto, enquanto o Fernando se deliciava com “A toca do Fernando”, a Fatinha, uma jovem sabidona, era artista numa casa de etc., e tal no Afonsoeiro, uma terra satélite do Montijo.
Um dia o Fernando deixou em descanso “A toca do Fernando”, foi dar uma volta lá para os lados onde a Fatinha exercia a actividade. Sem nada de jeito para fazer, eu fui com ele.

A Fatinha era, de facto bastante engraçadinha, muito jovem, teria os seus dezassete anos, no decorrer dos finalmente despertou no aviador os sentimentos protectores de donzelas. No meio de um dilúvio de lágrimas contou no ombro do Fernando a sua pouca e triste sorte.
O pilotaço tinha um coração de manteiga, a Fatinha chorava muito, até à minha frente agarrada ao ombro do Fernando. Um drama! O Fernando sucumbiu. Foi por uma unha negra que o aviador não virou o Montijo de pantanas para salvar a donzela das garras da má fortuna.
Foi então que um passarinho disse à Fatinha que a brincadeira com o aviador podia sair-lhe cara e levá-la a esfregar casas... De mansinho deu com os pés no salvador.
O Fernando ficou com um melãozito. Nada de muito grande.
Eu acho que ainda fiquei pior. Zangado mesmo. Não achei graça nenhuma à históriao... mas pelo menos serviu-me de emenda para outras lides futuras com gado bravo.
Aniceto Carvalho

Força Aérea Portuguesa

Força Aérea Portuguesa

Clic e veja: - Anos de Ouro do Século XX

Também: - Outros tempos outros ventos

Mas não faça comparações...  

Isto é uma pequena amostra de outros tempos. 

Julgo estar a celebrar-se o 66º. Aniversário da Força Aérea Poruguesa, da qual fiz parte quase vinte anos com dez na Guerra do Ultramar.

Estava a ver o evento na televisão, sei lá porquê, lembrei-me do Segundo Aniversário, em 1955 quando,  só de uma unidade, da Base Aérea 2, a então jovem arma perdeu duas formações de quatro aviões cada, F-84, e oito vidas, de dezenas de aparelhos que andabvam no ar. 

Mas repito: Não façam comparações.  

Aniceto Carvalho